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Visita guiada à Exposição Aurélia de Souza AS CASAS

8 de Agosto, 2023

Ingresso
Bilhete de entrada + 2 EUR

 

Inscrições AQUI

 

+ INFO
T. 22 339 3770
E. comunicacao@mnsr.dgpc.pt

Visita guiada à Exposição Aurélia de Souza AS CASAS, pelo autor e curador Rui Pinheiro. Dia 9 agosto, pelas 11 horas. Inscrições a decorrer.

 

A partir da temática da interioridade, apresentada na exposição VIDA E SEGREDO Aurélia de Souza 1866-1922, este projeto revela os espaços interiores habitados por pinturas da artista. Os locais onde as peças foram fotografadas, em muitos casos salas de estar de colecionadores particulares, são agora revelados e dão um novo contexto ao legado da artista.

 

A exposição está patente até 27 de agosto.

 

Casas de Aurélia, lugares onde habita a sua pintura, onde, no fluir dos dias, se intersetam olhares, memórias e idiossincrasias.Mostrar uma pintura ou fotografá-la.  Apropriação. Reverência distante ou paixão, indiferença ou amor filial, diletantismo ou obsessão, mas sempre apropriação. Prolongamento do desejo e da inquietação, mostrar uma pintura, seja onde e como for que o façamos, requer um dispositivo de representação, que, quase sempre à revelia, nos expõe e revela. Nas casas de Aurélia são muitos esses “autorretratos”, insubmissos, indiscretos, traiçoeiros por vezes, reclamando a cada passo a atenção e a sensibilidade do fotógrafo.

 

A campanha fotográfica realizada para o catálogo raisonée de Aurélia de Souza, que permitirá o inventário sistemático de toda a obra em coleções públicas e particulares, foi o ponto de partida para a exposição de Rui Pinheiro. Os locais onde as peças foram fotografadas, em muitos casos salas de estar de colecionadores particulares, são revelados pelo fotógrafo e dão um novo contexto ao legado da artista. O visitante é confrontado com mais de 30 fotografias de espaços interiores que se relacionam com pinturas e desenhos de Aurélia de Souza como que propondo novas histórias.

 

A exposição tem o apoio mecenático da Fundação BPI La Caixa e o apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

«Competências verdes para a juventude: Rumo a um mundo sustentável»

7 de Agosto, 2023

«Competências verdes para a juventude: Rumo a um mundo sustentável» é o tema definido pelas Nações Unidas para assinalar o Dia Internacional da Juventude 2023, comemorado a 12 agosto.

 

Associando-se a esta comemoração, o Museu Nacional Soares dos Reis pretende juntar jovens, dos 12 aos 29 anos, numa atividade a decorrer de modo presencial na exposição de longa duração, das 10h00 às 15h00, e com publicações na conta oficial do MNSR no Instagram.

 

Mais informações aqui.

O Dia Internacional de Juventude é celebrado no dia 12 de agosto desde 1999, depois da resolução 54/120 da Assembleia Geral das Nações Unidas que endossou as recomendações feitas pela Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude que decorreu em Lisboa entre 8 e 12 de agosto de 1998.

 

Esta data constitui uma oportunidade para assinalar a visão da população jovem sobre as questões e as suas iniciativas. Atualmente, os jovens têm um papel crucial na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O mundo tem testemunhado a mobilização, sem precedentes, das pessoas jovens em todo o mundo, o que demonstra o enorme potencial que possuem para responsabilizar decisores.

Visitas gratuitas aos domingos e feriados durante todo o dia

7 de Agosto, 2023

A partir de 1 setembro 2023, a visita ao Museu Nacional Soares dos Reis será gratuita aos domingos e feriados durante todo o dia, para todos os residentes em território nacional. O preço do bilhete normal de ingresso passará a ter um custo de oito euros. Na Casa-Museu Fernando de Castro, o preço da visita passará para cinco euros.

 

As alterações fazem parte do Despacho n.º 8030/2023, de 4 de agosto, o qual aprova o Regulamento Geral de Bilhética e Acesso aos museus, monumentos e palácios dependentes da Direção-Geral do Património Cultural.

O despacho entra em vigor no dia 1 de setembro de 2023, sem prejuízo dos casos em que a aquisição de bilhetes de ingresso tenha ocorrido em data anterior, desde que devidamente comprovados, incluindo a aquisição de pacotes de quantidade.

 

A todos os cidadãos residentes em território nacional, continuam a ser garantidas as condições de acesso gratuito, aos Domingos e Feriados, pelo que se incorporou no regime ora atualizado a norma sobre gratuitidade prevista no Despacho n.º 5401/2017, publicado no Diário da República de 9 de junho, não inibindo a possibilidade da adoção de um Bilhete Especial (“Bilhete Doação”), passando a ser gratuito o dia todo e não apenas até às 14:00.

 

Os Museus, Monumentos e Palácios (MMP) sob dependência da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) são instituições às quais compete salvaguardar, valorizar e difundir o património histórico, arqueológico e artístico à sua guarda, que é pertença de todos os portugueses, constituindo-se como equipamentos culturais fundamentais para assegurar o exercício efetivo do direito de fruição cultural.

Minicursos de verão no Museu Nacional Soares dos Reis

4 de Agosto, 2023

Em agosto, o Museu Nacional Soares dos Reis propõe dois workshops que trarão aos participantes a oportunidade de desenvolver novas competências, num ambiente informal e criativo. Inscrições a decorrer.

 

Inscrições
se@mnsr.dgpc.pt

 

Observações
Mínimo de 5 e máximo de 15 participantes

Workshop sobre conservação preventiva de objetos em metal
Formadora: Salomé Carvalho
9 agosto, 10h30-12h30
Valor | Bilhete de entrada no MNSR + 2 euros

 

A Conservação e Restauro é uma área na qual atuam profissionais qualificados, contudo, é de extrema importância saber como evitar a degradação dos objetos – o que designamos por Conservação Preventiva. Adquirir este conhecimento significa saber prevenir os danos nos objetos metálicos e, assim, evitar a sua degradação.

 

Neste workshop abordaremos as caraterísticas técnicas mais relevantes, para cumprirmos esse objetivo: conhecer as peças. Aprenderemos ainda a identificar quais as principais patologias de que padece esta família de materiais, bem como as medidas fundamentais de prevenção de danos.

 

 

Workshop de joalharia criativa e sustentável
Formador: Jorge Coutinho
19 e 26 agosto, 10h30-12h30 / 14h30-17h00
Valor | 25 euros

 

Cada vez se produz mais lixo devido ao consumo excessivo de produtos e à incorreta gestão dos resíduos. Todos os dias, vários materiais são considerados inúteis e colocados no lixo, mas existem vários caminhos que cada um de nós pode trilhar para encontrar soluções para este problema. A reutilização é uma das opções, o que significa utilizar um produto dando-lhe uma nova função.

 

Nesta oficina propomos a reutilização de materiais comuns como latas de refrigerante (ou parte dela) transformando-a, com uma pitada de genialidade e criatividade, num objeto com uma nova função: uma joia sustentável. Todo o processo se desenvolve em duas sessões com a utilização de diferentes técnicas e produtos.

Jornadas Europeias do Património sob o mote «Património Vivo»

3 de Agosto, 2023

«Património Vivo» é o mote definido para as Jornadas Europeias do Património 2023. O tema pretende explorar as práticas, lugares e objetos que hoje fazem parte do nosso património cultural e têm sido transmitidos de geração em geração.

 

As Jornadas Europeias do Património 2023 (JEP 2023) celebram nos próximos dias 22, 23 e 24 de setembro as práticas, os lugares e os objetos que hoje fazem parte do nosso património cultural e que têm sido transmitidos de geração em geração, adaptando-se, recriando-se e ajustando-se às comunidades e grupos em mudança, às paisagens e aos lugares.

Está presente nas práticas, representações, expressões, saberes e artefactos únicos, tanto nos locais de origem como em todo o mundo, numa referência às práticas e às formas como o passado é preservado na memória coletiva, estabelecendo ligações entre reconhecer, salvaguardar e promover bens do património cultural imaterial, bem como transmiti-los às gerações futuras, num mundo em rápida mudança.

 

Um pouco por todo o mundo, as JEP 2023 desafiam, através do ”Património Vivo”, a uma reflexão sobre as respostas a dar aos desafios colocados pela sociedade.

 

Jornadas Europeias do Património

As JEP são uma iniciativa conjunta do Conselho da Europa e da Comissão Europeia e são o evento cultural mais amplamente celebrado e partilhado pelos cidadãos da Europa.

 

Mais de 70 000 eventos são organizados todos os anos com o objetivo de sensibilizar para o património comum da Europa e para a necessidade da sua contínua proteção, através da criação de experiências que promovam a inclusão e fomentem a criatividade e a inovação.

 

A ideia base da iniciativa é promover o acesso ao património, convidando à participação ativa na descoberta de uma herança cultural comum, implicando o envolvimento dos cidadãos europeus com o património cultural.

 

Reforçar os sentimentos de identidade cultural, de memória coletiva e de afirmação de um património comum cuja riqueza reside na sua diversidade são os grandes objetivos das JEP que representam, por isso, uma celebração da solidariedade internacional, do diálogo e da diversidade culturais, constituindo momentos de reapropriação dos vestígios culturais do passado.

 

Consulte o Programa JEP 2023 sempre em atualização

Venha descobrir os Lugares da Rota do Porto Liberal

2 de Agosto, 2023

Os locais, as histórias e os protagonistas da revolução liberal e da guerra civil estão em destaque numa rota que mostra o Porto como palco de confrontos entre Liberais e Absolutistas, as fações lideradas pelos príncipes irmãos, D. Pedro e D. Miguel.

 

Um dos pontos de visita obrigatória é o Museu Nacional Soares dos Reis.

O confronto entre ideais, no início do século XIX, marcou fortemente o Porto. Desde a Revolução de 1820 até à vitória liberal na Guerra Civil de 1832-34, a cidade viveu intensamente o confronto entre estes dois mundos, duas formas de organização social, económica, religiosa e de mentalidades. Em 1829 os absolutistas no poder mandam enforcar em praça pública os homens que ficaram conhecidos como Os Mártires da Liberdade, exibindo as suas cabeças decepadas, como forma de aviso aos demais revoltosos.

 

Palco de confrontos entre as duas fações em luta – Liberais e Absolutistas –, lideradas pelos dois príncipes irmãos, D. Pedro e D. Miguel, o Porto sofreu um cerco de 13 meses (1832-33) que deixou marcas profundas na cidade e levou a um sofrimento atroz da sua população. Estas marcas perduraram na memória urbana, nas suas ruas e lugares, mas também na música, nas artes, na arquitetura.

 

A Rota Porto Liberal lança-lhe o desafio de descobrir os lugares associados a esse tempo de luta e o coração do Rei Soldado, também libertador do Brasil e seu primeiro imperador, enquanto país independente.

 

Um dos pontos de visita obrigatória é o Museu Nacional Soares dos Reis, cuja origem remonta ao Museu de Pinturas e Estampas e outros objetos de Belas Artes, criado em 1833 por D. Pedro IV de Portugal, primeiro Imperador do Brasil, para salvaguarda dos bens sequestrados aos absolutistas e conventos abandonados na guerra civil.

 

O Museu Nacional Soares dos Reis tem à sua guarda algumas peças que constituíram a farda de Coronel de Caçadores nº 5, usada por D. Pedro de Alcântara, duque de Bragança, durante o Cerco do Porto: dolman, colete, boné, chapéu armado, espada, talabarte, boldrié (cinturão com talim para suspensão de espada) óculo, porta-mapas.

 

A primeira sala da nova exposição de longa duração do Museu Nacional Soares dos Reis apresenta, em rotatividade, os elementos dos uniformes utilizados por D. Pedro durante a guerra civil.

 

Recorde-se que a Rota Porto Liberal foi criada em 2017, agregando várias entidades: Câmara Municipal do Porto, Direção Regional de Cultura do Norte, Exército Português, Venerável Irmandade de Nª Sª da Lapa, Museu e Igreja da Misericórdia do Porto e Museu Nacional Soares dos Reis, na divulgação dos lugares associados a esse tempo de luta e ao contributo dado por D. Pedro IV, também libertador do Brasil e seu primeiro imperador, enquanto país independente.

 

Descubra a Rota aqui

Casa cheia na Conversa sobre Soares dos Reis e exílio

2 de Agosto, 2023

Tendo motivado o interesse por parte do público, a conversa dedicada a Soares dos Reis e o desterro em casa própria, bem como os temas do exílio, refúgio e imigração, realizada no Museu Nacional Soares dos Reis, registou uma excelente afluência.

 

A iniciativa decorreu na passada quinta-feira, dia 27 julho, a propósito da instalação-vídeo Sine Terra (variações em modo menor), de José Carlos Teixeira, e contou com a moderação de Ana Mântua e as participações de Maria de Fátima Lambert e Hugo Monteiro, investigadores da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, e o próprio artista.

Sine Terra (variações em modo menor) é uma instalação-vídeo de José Carlos Teixeira, patente ao público no Museu Nacional Soares dos Reis até ao próximo dia 27 agosto, em torno da escultura O Desterrado, obra de António Soares dos Reis, que explora conceitos relacionados com a queda, a identidade múltipla e fragmentada, o exílio e deslocações várias.

 

O artista propõe um novo olhar sobre as emoções que O Desterrado transmite aos visitantes e apresenta, simultaneamente, um registo poético e um registo documental sobre a peça esculpida em Roma há 150 anos pelo patrono do Museu.

 

José Carlos Teixeira fala da existência de dois tempos: “um mais objetivo e factual no registo da escultura in situ e na investigação sobre Soares dos Reis, aliado a um outro tempo mais subjetivo e ensaístico – o da criação e composição deste projeto, derivado das suas próprias motivações autobiográficas como autor, artista e pessoa e/imigrada”.

 

A banda sonora da instalação-vídeo é interpretada no cravo por Fernando Miguel Jalôto, com peças de Domenico Scarlatti (1685-1757) e Vasco Negreiros (1965), e inclui a declamação em português e inglês de poemas de autores nacionais e estrangeiros como Alexandre Herculano, autor do poema Tristezas do Desterro, que serviu de inspiração a Soares dos Reis para esculpir  O Desterrado.

Jardim do Museu Nacional Soares dos Reis acolhe Essência Festival

1 de Agosto, 2023

O jardim do Museu Nacional Soares dos Reis é o palco escolhido para a segunda edição do Vinho Verde – Essência Festival (Art, Wine, Food, Music), a decorrer de 22 a 24 setembro.

 

O Essência Festival vive os Vinhos Verdes entre gastronomia, música, concertos e arte, criando um ambiente único, num jardim emblemático do Porto, onde apaixonados por vinho, foodies, festivaleiros e curiosos se reúnem para celebrar um dos últimos fins-de-semana do verão.

Ao todo, 40 produtores da Região Demarcada dos Vinhos Verdes vão apresentar a diversidade da oferta atualmente disponível, dos vinhos brancos leves e frescos aos mais complexos, gastronómicos e longevos, nativos de castas ímpares como Alvarinho, Loureiro ou Avesso, entre tantas outras. Haverá ainda rosés de prazer, tintos atlânticos e tintos de carácter, espumantes para brindar a todas as ocasiões.

 

Cinco restaurantes e outros cinco food trucks estarão em funcionamento contínuo no festival, proporcionando uma lista eclética de opções gastronómicas, das carnes na grelha aos sabores do mar, dos snacks salgados aos doces.

 

O Gentlemen´s Market vai congregar marcas icónicas, as sessões “Mãos na Massa” desafiarão a autênticas aulas de cozinha, haverá provas conduzidas por especialistas, jogos e atividades para partilhar em família, atuações de DJ´s e ainda o Banquete, onde a mestria de chefes de renome é harmonizada com uma seleção apurada de vinhos com dedo de sommelier.

 

O cartaz diário de concertos já está definido com atuações dos GNR, Os Azeitonas e a Roda de Samba Cravo e Canela.

 

Programa disponível para consulta.

 

Entrada pela Rua de Adolfo Casais Monteiro, 47

 

Horário
Sexta-feira | 17h00 – 00h00
Sábado | 12h00 – 00h00
Domingo | 12h00 – 22h00

Mosteiro de Tibães será classificado como Monumento Nacional

1 de Agosto, 2023

O Museu Nacional Soares dos Reis manifesta a sua satisfação pelo avançar do processo de classificação do Mosteiro de Tibães como Monumento Nacional.

 

O projeto de decisão da Direção Geral do Património Cultural encontra-se em consulta pública pelo período de 30 dias, após ter sido publicado ontem em Diário da República.

 

O projeto prevê a ampliação da classificação da “Igreja e mosteiro de Tibães, fontes e construções arquitetónicas da respetiva quinta”, a reclassificação como monumento nacional (MN), e a redenominação para “Mosteiro de São Martinho de Tibães”.

Fundado no século XI, obedecendo à regra beneditina, o Mosteiro de Tibães tornou-se Casa-mãe da Congregação de S. Bento dos Reinos de Portugal a partir de 1567, estatuto que manteve até à sua extinção, em 1834.

 

Atingiu o seu máximo esplendor nos séculos XVII e XVIII emergindo como um importante centro difusor de Educação, da Arte e da Cultura Portuguesas.

 

Após o encerramento do mosteiro, a atividade religiosa manteve-se até aos nossos dias, ficando a igreja, a sacristia e o claustro do cemitério em uso paroquial. As restantes áreas do edifício e a cerca conventual foram vendidas a privados.

 

Em 1944 foi classificado como Imóvel de Interesse Público, tendo o Estado Português adquirido a cerca e a parte privada do edifício em 1986.

 

Recorde-se que o núcleo inicial da coleção do Museu Nacional Soares dos Reis é composto sobretudo por obras de Pintura e Gravura retiradas em 1833 dos mosteiros, hospícios e conventos abandonados do Porto.

 

Com a promulgação do decreto de extinção das ordens religiosas em 1834, procedeu-se à integração no Museu dos bens artísticos dos mosteiros de S. Martinho de Tibães e de Santa Cruz de Coimbra.

 

Em 2001, foram depositadas 66 obras do acervo do Museu Nacional Soares dos Reis no Mosteiro de Tibães, de autores como Domingos Sequeira, Teixeira Barreto e Joaquim Rafael, entre outros. Outras obras foram depositadas em 2008, após terem sido sujeitas a intervenções de restauro.

 

Este primeiro museu público de arte do país inventariou pinturas, gravuras e objetos históricos.

 

O Museu Nacional Soares dos Reis tem, assim, origem no Museu de Pinturas e Estampas e outros objetos de Belas Artes, criado por D. Pedro IV de Portugal, primeiro Imperador do Brasil. Conhecido como Museu Portuense, ficou instalado no extinto Convento de Santo António da Cidade, na praça de S. Lázaro. Foi durante a guerra civil entre liberais e absolutistas (1832-34) que D. Pedro mandou o pintor João Batista Ribeiro recolher obras de arte dos partidários do seu adversário D. Miguel e dos conventos abandonados do Porto – núcleo que deu início à coleção do Museu.

Descontos para peregrinos e voluntários da JMJ Lisboa 2023

28 de Julho, 2023

Até 6 de agosto, o Museu Nacional Soares dos Reis concede um desconto de 50% no valor de ingresso a todos os voluntários e peregrinos inscritos na Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023.

 

A medida insere-se no âmbito da programação especial definida para este período pelo Ministério da Cultura, com a realização de um ciclo de iniciativas a estrear ou a decorrer, num contexto de religião e cultura.

Assim, todos os voluntários e peregrinos inscritos na Jornada Mundial da Juventude, devidamente credenciados e independentemente da idade, têm um desconto de 50% no valor dos bilhetes de acesso aos museus, monumentos e palácios, sob tutela da Direção-Geral do Património Cultural.

 

Lisboa prepara-se a rigor para acolher de braços abertos o maior evento da juventude católica, que junta milhares de jovens oriundos dos quatros cantos do mundo para um momento de partilha, de festa e de comunhão com o Papa Francisco, de 1 a 6 agosto.

 

Durante esta semana, estão a decorrer os “Dias nas Dioceses” (DND), em 17 dioceses de Portugal continental e ilhas: Algarve; Angra; Aveiro; Beja; Braga; Bragança-Miranda; Coimbra; Évora; Funchal; Guarda; Lamego; Leiria-Fátima; Portalegre-Castelo Branco; Porto; Viana do Castelo; Vila Real e Viseu.

 

“Dias nas Dioceses” é um encontro que antecede a semana da JMJ Lisboa 2023 e consiste na integração dos jovens vindos de todo o mundo nas comunidades paroquiais das várias dioceses do país.

 

Durante esses dias, os participantes podem ficar a conhecer melhor a região que os acolhe, bem como a Igreja local e as suas especificidades, ficando alojados, à semelhança da semana da Jornada, em casas de famílias, instalações paroquiais ou públicas, de modo a poderem fazer uma verdadeira experiência de Igreja, evangelização e missão.

Quintas fora d’horas – Programação de Agosto

28 de Julho, 2023

Inscrições
Inscrição online

Observações
Mínimo de 5 e máximo de 15 participantes

Valor
Gratuito

 

São várias as atividades pensadas para quem quer, ao entardecer, usufruir dos diferentes espaços do Museu Nacional Soares dos Reis. São explorados temas diversos e inesperados em espaços também eles inusitados. Conheça a programação do mês de agosto e inscreva-se.

 

O Douro nas coleções do MNSR
Leitura comentada
3 agosto, 18h00
Público | Jovens e adultos

 

Entre o sol que desenha e a sombra do atelier
Visita orientada
10 agosto, 18h00
Público | Jovens e adultos

 

Tesouros Nacionais da coleção do MNSR
Visita orientada
17 agosto, 18h00
Público | Jovens e adultos

 

Memória e espaço do Velódromo Maria Amélia*
Encontro no jardim
24 agosto, 18h00
Público | Jovens e adultos
*A realização desta atividade depende das condições climáticas.

 

Um Museu para todos. O olhar de cada um
Apresentação de livro
24 agosto, 19h00
Público | Jovens e adultos
O Museu de Lamego, com a editora Ponto de Fuga, apresentam o livro Um Museu para todos. O olhar de cada um, que reúne 10 narrativas inéditas de 10 escritores portugueses – Andrea Zamorano, Filipa Martins, João Morales, Manuela Gonzaga, Manuel da Silva Ramos, Nuno Camarneiro, Ricardo Fonseca Mota, Rita Taborda Duarte, Rui Zink e Tiago Salazar. O ponto de partida das histórias são peças do acervo do Museu de Lamego.

 

A Peça do Mês – A Escolha do Público
Sessão comentada
31 agosto, 18h00
Público | Jovens e adultos

 

Franceses lideram lista de visitantes estrangeiros

27 de Julho, 2023

Os turistas de origem francesa lideram a lista dos visitantes estrangeiros que, desde o início do ano 2023, visitaram o Museu Nacional Soares dos Reis, seguidos dos visitantes oriundos do Reino Unido, Espanha, Estados Unidos da América, Brasil e China.

 

Tendo reaberto em pleno ao público no passado mês de abril, com a inauguração da nova Exposição de Longa Duração, o Museu Nacional Soares dos Reis regista, até ao momento, um total de 43.387 visitantes, sendo que desse universo 34,5% são estrangeiros.

A lista das nacionalidades que mais visitaram o Museu Nacional Soares dos Reis, durante os primeiros sete meses do ano, está assim ordenada: França (27,4%), Reino Unido (26,5%), Espanha (11,6%), Estados Unidos da América (9,4%), Brasil (4,6%) e China (3,2%), seguindo-se outras proveniências com menor expressão.

 

Os dados estatísticos do Museu Nacional Soares dos Reis confirmam a informação recentemente revelada pela Tiqets, plataforma online de reserva e compra de bilhetes para museus e atrações, de que os franceses lideram a procura por experiências culturais e de diversão em Portugal.

 

Entre janeiro e julho de 2023, a plataforma registou um aumento de 42% na reserva de bilhetes para museus e atrações nacionais face ao período homólogo de 2022.

 

Atualmente, o mercado português consta no top 10 de mercados em que a Tiqets opera, em termos de número de bilhetes vendidos, à frente de países como o Reino Unido e os Emirados Árabes Unidos.

 

De acordo com informação divulgada hoje, Portugal é o segundo país da EU (logo a seguir à Grécia) a recuperar turistas mais rápido. O turismo em Portugal prepara-se assim para bater recordes, um trajeto iniciado em 2022 e que coloca o país no top 10 mundial dos que recuperaram com maior rapidez os turistas perdidos durante o contexto pandémico.

Visita Orientada: Os Bombellis da Coleção Allen

27 de Julho, 2023

Os Bombellis da Coleção Allen
Visita orientada
29 julho, 11H00
Público | Jovens e adultos
Valor | Bilhete de entrada + 2 euros

 

No âmbito da programação especial de verão no Museu Nacional Soares dos Reis, vai decorrer a visita orientada «Os Bombellis da Coleção Allen», no próximo sábado, 29 julho, pelas 11h00. As inscrições estão a decorrer e podem ser efetuadas aqui.

 

O par de telas de Filippo Bombelli revela o interesse de João Allen pela aquisição de pintura em Itália. Na época faziam sucesso os quadros de interiores conventuais de F.M. Granet e o facto de, alegadamente, existir na coleção da coroa britânica um Coro dos Capuchinhos deste artista, influenciou a encomenda do colecionador do Porto, membro da Feitoria Portuguesa.

A primeira das duas telas, intitulada “Escola de meninas em Roma”, revela o interior de colégio feminino afeto a uma congregação religiosa de Roma. Representa um vasto salão iluminado, com quase cerca de 40 figurantes, entre mestras e discípulas envolvidas em lavores femininos.

 

A segunda tela, “Coro dos Capuchinhos na Praça Barberini, em Roma”, apresenta o interior de um edifício conventual representando o coro dos Capuchinhos na Praça Barberini, em Roma.

 

Numerosos figurantes com hábitos monásticos dispõem-se em coro circundando as paredes, junto aos cadeirais e em volta de uma estante, junto da qual se situam os sacerdotes e seus dois acólitos.

 

Ambas as pinturas a óleo, com dimensão aproximada de 170x137cms,são provenientes da Coleção Allen, adquirida em 1850 pela Câmara Municipal do Porto. Trata-se de uma extensa coleção de 599 quadros do colecionador João Allen (1781-1848), constante de um documento de avaliação elaborado em 30 de novembro de 1849 pelo pintor João Batista Ribeiro.

 

Esta coleção formou o núcleo do antigo Museu Municipal do Porto (extinto em 1937) e na sua maioria consta do “Catálogo Provisório da Galeria de Pintura”, publicado por Eduardo Allen em 1853. As obras encontram-se em depósito no Museu Nacional de Soares dos Reis desde 1940.

 

João Francisco Allen (1781-1848) foi um negociante de origem inglesa (mais propriamente irlandesa), nasceu em Viana do Castelo a 1 de maio de 1781. Filho de Duarte Guilherme Allen, cônsul de Inglaterra em Viana do Castelo, foi condecorado com a ordem da Torre e Espada pela coragem demonstrada na Guerra Peninsular, para a qual se voluntariou.

 

Foi um dos promotores da criação do Palácio de Cristal, assim como do primeiro banco portuense, o Banco Comercial.

 

Fundou o Novo Museu Portuense ou Museu Allen, o primeiro a ter catálogos impressos em Portugal (o primeiro foi editado em 1853), sendo um reputado crítico de arte.

 

A extraordinária coleção reunida por João Allen foi comprada após a sua morte pela Câmara, tornando-se parte do acervo do primitivo Museu Municipal e estando hoje integrada no Museu Nacional Soares dos Reis.

Museu Nacional Soares dos Reis na Feira do Livro

26 de Julho, 2023

De 25 de agosto a 10 de setembro, o Museu Nacional Soares dos Reis estará presente na Feira do Livro do Porto, a decorrer, como habitualmente, nos Jardins do Palácio de Cristal. Este ano, será homenageado Manuel António Pina.

 

O Museu Nacional Soares dos Reis estará representado na Feira do Livro do Porto, visando a divulgação e promoção das suas publicações próprias, nomeadamente catálogos de exposições, bem como publicações transversais ao universo da Direção Geral do Património Cultural.

O festival literário vai decorrer de 25 de agosto a 10 de setembro, nos jardins do Palácio de Cristal, e vai celebrar o autor Manuel António Pina.

 

Manuel António Pina junta-se, assim, a um leque de autores homenageados no festival literário, tais como Ana Luísa Amaral, Vasco Graça Moura, Agustina Bessa-Luís, Mário Cláudio, Sophia de Mello Breyner Andresen, Leonor de Almeida, José Mário Branco, Júlio Dinis, com a atribuição de uma tília nos Jardins do Palácio de Cristal.

 

O Museu Nacional Soares dos Reis estará representado no evento, sendo esta uma excelente oportunidade para adquirir livros com descontos sobre o preço de capa.

Conversa sobre Soares dos Reis, exílio, refúgio e imigração

25 de Julho, 2023

A propósito da instalação-vídeo Sine Terra (variações em modo menor), de José Carlos Teixeira, o Museu Nacional Soares dos Reis reúne para uma conversa Maria de Fátima Lambert e Hugo Monteiro, investigadores da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, e o próprio artista.

 

A conversa vai decorrer na quinta-feira, dia 27 julho, pelas 18h00, e terá como objeto Soares dos Reis e o desterro em casa própria, bem como os temas do exílio, refúgio e imigração, sobre os quais José Carlos Teixeira tem vindo a refletir na sua obra.

 

Sine Terra (variações em modo menor) é uma instalação-vídeo de José Carlos Teixeira, patente ao público até ao próximo dia 27 agosto, em torno da escultura O Desterrado, obra de António Soares dos Reis, que explora conceitos relacionados com a queda, a identidade múltipla e fragmentada, o exílio e deslocações várias.

O artista propõe um novo olhar sobre as emoções que O Desterrado transmite aos visitantes e apresenta, simultaneamente, um registo poético e um registo documental sobre a peça esculpida em Roma há 150 anos pelo patrono do Museu.

 

José Carlos Teixeira fala da existência de dois tempos: “um mais objetivo e factual no registo da escultura in situ e na investigação sobre Soares dos Reis, aliado a um outro tempo mais subjetivo e ensaístico – o da criação e composição deste projeto, derivado das suas próprias motivações autobiográficas como autor, artista e pessoa e/imigrada”.

 

A banda sonora da instalação-vídeo é interpretada no cravo por Fernando Miguel Jalôto, com peças de Domenico Scarlatti (1685-1757) e Vasco Negreiros (1965), e inclui a declamação em português e inglês de poemas de autores nacionais e estrangeiros como Alexandre Herculano, autor do poema Tristezas do Desterro, que serviu de inspiração a Soares dos Reis para esculpir  O Desterrado.

Exposição “Azul e Ouro” no Musée des Beaux-Arts de Lyon

24 de Julho, 2023

Visita do Diretor do Museu Nacional Soares dos Reis, António Ponte, ao Musée des Beaux-Arts de Lyon, acompanhado pelo Cônsul-Geral de Portugal em Lyon, André Sobral Cordeiro, e a Comissária da Exposição Azul e Ouro. Esmaltes em Portugal da Época Medieval à Época Moderna, Ana Paula Machado.

 

A deslocação visa estabelecer uma parceria para a itinerância da referida exposição, a qual esteve patente no Museu Nacional Soares dos Reis em 2021.

 

A exposição AZUL E OURO – ESMALTES EM PORTUGAL DA ÉPOCA MEDIEVAL À ÉPOCA MODERNA é dedicada em exclusivo e pela primeira vez em Portugal ao esmalte artístico.

A exposição integra uma das peças «fundadoras» da coleção do Museu, uma série de 26 placas de esmalte pintado no século XVI, proveniente do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, para reunir e confrontar de forma inédita várias técnicas de esmalte aplicadas num conjunto sumptuoso de objetos litúrgicos, devocionais e de aparato.

 

As peças foram produzidas entre os séculos XII e XIX, sobretudo nas oficinas da região de Limoges, reconhecidas como as de maior prestígio. São diversas as representações desta singular e exigente técnica de ornamentação como é o esmalte. A mostra apresentou no Porto vários tesouros nacionais, entre os quais o tríptico da Paixão de Cristo do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, uma das peças em esmalte existentes no nosso país com maior reconhecimento internacional.

 

A exposição AZUL E OURO inclui, igualmente, outras peças de grande prestígio como dois cofres da Sé de Viseu, peças do século XII cobiçadas pelo mercado ilícito de antiguidades, roubadas em 1980 e encontradas anos mais tarde em Milão numa ação conjunta da Polícia Judiciária e da Interpol, ou uma placa de encadernação de finais do século XII, princípios do século XIII, encontrada acidentalmente numa escavação entre Leiria e o Mosteiro da Batalha.

 

A última secção da exposição é dedicada aos revivalismos, às réplicas e à contrafação que se produziram em ampla escala por toda a Europa, ao longo dos seculos XIX e XX, encantando e ludibriando o olhar dos conservadores de museus e colecionadores privados na Europa e nos Estados Unidos.

Aurélia de Souza motiva conferência em Coimbra

17 de Julho, 2023

“Aurélia de Souza, a artista e a coleção do Museu Nacional de Soares dos Reis“ é o tema da conferência a realizar no próximo dia 23 julho, pelas 22h30, no Hotel Quinta das Lágrimas, em Coimbra.

 

A conferência será proferida por António Ponte, Diretor do Museu Nacional de Soares dos Reis, e por Maria João Lello Ortigão de Oliveira, Curadora da Exposição “Vida e Segredo: Aurélia de Souza”.

 

Este diálogo visa o (re)conhecimento da pintora Aurélia de Souza na evocação do centenário da morte (1866 – 1922) e cuja visibilidade tem sido reduzida na inversa proporção da sua importância no contexto da arte portuguesa do fim do século XIX e início do século XX.

 

A entrada é livre, mas limitada à lotação do espaço.

A exposição “Vida e Segredo”, uma evocação do 1.º centenário da morte da pintora portuguesa Aurélia de Souza (1866-1922), composta por 92 obras, esteve patente ao público, em 2022, no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto.

 

A conferência decorre no âmbito do Festival das Artes QuebraJazz, este ano, sob o tema “Manhãs dos Séculos”, com vários concertos, de música clássica e jazz, assim como uma vasta programação complementar que vai desde a gastronomia, ciclos de conferências ou serviço educativo (visitas guiadas, teatro para a infância, música para bebés e para crianças surdas).

 

Sobre Aurélia de Souza

Aurélia de Souza (1866-1922) é uma das personalidades mais marcantes da arte portuguesa, na transição do século XIX para o século XX. A sua obra assume alguns dos grandes temas da pintura europeia da época, sendo de destacar a prática continuada do autorretrato e da autorrepresentação que se alarga à construção de narrativas pictóricas que envolvem a casa de família e as suas gentes. Outro aspeto original da obra de Aurélia é a prática da fotografia como componente, com assinalável grau de autonomia, do trabalho da pintura.

 

Aurélia foi aluna brilhante da Academia de Belas Artes do Porto e completou a sua formação com uma estada em Paris onde frequentou a Académie Julian (acompanhada pela sua irmã, também pintora, Sofia de Souza). Bem relacionada com o meio artístico e cultural portuense, participou também, em exposições em Lisboa, na atitude determinada de se afirmar como uma pintora profissional num meio predominantemente masculino em que as mulheres artistas não deviam ambicionar mais do que o estatuto benevolente de amadoras.

«A pintura de Artur Loureiro em Terras de Bouro» nas V Jornadas Interconcelhias de Bibliotecas

14 de Julho, 2023

Ana Paula Machado, Conservadora da Coleção de Pintura do Museu Nacional Soares dos Reis, participa hoje, pelas 14h45, nas V Jornadas Interconcelhias de Bibliotecas de Amares, Terras de Bouro e Vila Verde, apresentando a comunicação «A pintura de Artur Loureiro em Terras de Bouro».

 

Licenciada em História-Variante de Arte, pós-graduada em Museologia e doutorada em História de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Ana Paula Machado é Conservadora no Museu Nacional Soares dos Reis, trabalhando, desde 1999, com a coleção de pintura.

 

Tem desde então produzido e comissariado exposições e publicado ensaios e recensões em catálogos e periódicos especializados.

Em 2011, publicou o ensaio “Artur Loureiro, entre forma e ideia – um pintor português no encontro dos séculos” e, em parceria com Elisa Soares, coordenou o catálogo e a exposição “Artur Loureiro 1853-1932” realizada, no Museu Nacional Soares dos Reis, nesse mesmo ano.

 

As Jornadas Interconcelhias de Bibliotecas, na sua 5.ª edição, são promovidas pelas bibliotecas municipais e escolares de Amares, Terras de Bouro e Vila Verde, com a colaboração das Câmaras Municipais dos três concelhos, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e o Centro de Formação do Alto Cávado (CFAC).

Ministro da Saúde preside à Inauguração da Exposição “Portreto de la Animo”

13 de Julho, 2023

O Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, preside hoje, pelas 18 horas, à inauguração da Exposição «PORTRETO DE LA ANIMO ART BRUT ETC.», no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto.

 

No contexto da exposição de Arte Bruta que agora se propõe, o Museu Nacional Soares dos Reis pretende, através dos seus acervos artísticos e do recurso à Coleção Treger Saint Silvestre, desenvolver um programa que fomente a discussão e a abordagem da saúde mental através da arte e dos artistas.

 

Iniciada na década de 1980, a Coleção Treger Saint Silvestre, em depósito no Centro de Arte Oliva, integra um numeroso acervo de obras de Arte Bruta, sendo uma das mais importantes e extensivas coleções privadas no mundo e contando com um largo número de autores reconhecidos.

Inspirados no percurso iniciado por Jean Dubuffet, pioneiro na recolha destas produções artísticas, os dois colecionadores reuniram um conjunto de obras que se convertem em relatos do inconsciente e assumem, de forma involuntária, aspetos subversivos perante o discurso da norma e da ordem estabelecida. Questionam os limites da razão através de diferentes mensagens codificadas, fórmulas, figuras inventadas e códigos secretos.

 

 

A exposição “Portreto de la Animo“ é um recorte desta magnífica coleção que pretende reunir um núcleo de obras focadas no retrato e no autorretrato que entrarão em confronto ou diálogo expositivo com outras peças das coleções do Museu Nacional Soares dos Reis.

 

 

Os retratos pintados por estes artistas revelam uma figura interior, uma criatividade e invenção particularmente viva, como se pode observar nas obras de Aloïse Corbaz, Ted Gordon, James Deed, Edemund Monsiel, Aleksander Lobanov, Alessandra Michelangelo ou do português Jaime Fernandes, entre outros. Muitos deles parecem ser autorretratos que reivindicam uma existência da qual estes artistas foram e se sentiram privados.

 

 

O Museu Nacional Soares dos Reis apresenta uma exposição de retratos e autorretratos que integram a coleção Treger Saint Silvestre, uma das mais importantes e extensivas coleções privadas de Arte Bruta no mundo.

 

 

A exposição “Portreto de la Animo”, de acordo com o curador António Saint Silvestre considerada “a maior mostra de Arte Bruta alguma vez realizada na Península Ibérica”, é promovida em parceria com a Câmara Municipal de São João da Madeira, o Centro de Arte Oliva e os colecionadores António Saint Silvestre e Richard Treger, com o apoio mecenático da Fundação Millennium bcp e da Lusitânia Seguros e o apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Associação de Amigos do MNSR.

Catálogo da maior exposição de arte bruta da Península Ibérica

13 de Julho, 2023

O Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, apresenta uma exposição de retratos e autorretratos que integram a coleção Treger Saint Silvestre, uma das mais importantes e extensivas coleções privadas de Arte Bruta no mundo.

 

A exposição “Portreto de la Animo”, de acordo com o curador António Saint Silvestre considerada “a maior mostra de Arte Bruta alguma vez realizada na Península Ibérica”, é promovida em parceria com a Câmara Municipal de São João da Madeira, o Centro de Arte Oliva e os colecionadores António Saint Silvestre e Richard Treger, com o apoio mecenático da Fundação Millennium bcp e da Lusitânia Seguros e o apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Associação de Amigos do MNSR.

 

A exposição “Portreto de la Animo”, composta por cerca de 150 obras de 99 artistas, será inaugurada hoje, 13 julho, pelas 18h00, seguida do lançamento e apresentação do catálogo (uma coedição do MNSR com a Blue Book), bem como de uma visita guiada à Exposição, conduzida pelo curador António Saint Silvestre.

 

A partir da expressão em esperanto portreto de la animo – que em português significa “retrato da alma” –, a exposição proporciona o encontro entre obras do acervo do Museu Nacional Soares dos Reis e da coleção Treger Saint Silvestre, em depósito no Centro de Arte Oliva. Retratos e autorretratos apresentam-se como ferramentas de exploração do mundo interior e das suas múltiplas expressões.

Richard Treger e António Saint Silvestre começaram a sua coleção inspirados no percurso iniciado por Jean Dubuffet, pioneiro na recolha de produções artísticas que se convertem em relatos do inconsciente. Pela primeira vez, apresentam a sua Galeria de Retratos no Museu Nacional Soares dos Reis.

Dia de D. Pedro IV assinalado no Museu Soares dos Reis

7 de Julho, 2023

O Museu Nacional Soares dos Reis assinala o Dia de D. Pedro IV, em homenagem ao seu fundador, numa iniciativa agendada para as 16h00, do próximo dia 8 julho, data do histórico Desembarque das tropas liberais, na Praia do Pampelido, a norte do Porto, em 8 julho 1832, durante as Guerras Liberais, nome pela qual ficou conhecida a Guerra Civil Portuguesa (1828-1834).

A evocação do Desembarque terá, este ano, como mote a Espada usada por D. Pedro durante o Cerco do Porto (1832 – 1833) – episódio marcante da guerra civil entre liberais e absolutistas, sendo este o pretexto para uma conversa com o investigador de armaria portuguesa, João Rato.

 

A iniciativa contará, também, com a atuação do Rancho Folclórico do Porto que apresentará Canções do Liberalismo.

 

A participação no evento é gratuita, estando sujeita a inscrição prévia que deverá ser efetuada aqui: https://shorturl.at/fsOT4

 

O Museu Nacional Soares dos Reis tem à sua guarda algumas peças que constituíram a farda de Coronel de Caçadores nº 5, usada por D. Pedro de Alcântara, duque de Bragança, durante o Cerco do Porto: dolman, colete, boné, chapéu armado, espada, talabarte, boldrié (cinturão com talim para suspensão de espada) óculo, porta-mapas.

 

A primeira sala da nova exposição de longa duração do Museu Nacional Soares dos Reis apresenta, em rotatividade, os elementos dos uniformes utilizados por D. Pedro durante a guerra civil.

 

Sobre o Museu Nacional Soares dos Reis

O Museu Nacional Soares dos Reis tem origem no Museu de Pinturas e Estampas e outros objetos de Belas Artes, criado em 1833 por D. Pedro IV de Portugal, primeiro Imperador do Brasil, para salvaguarda dos bens sequestrados aos absolutistas e conventos abandonados na guerra civil (1832-34).

 

Com a extinção das ordens religiosas recolheram-se obras, entre outros, nos mosteiros de Tibães e de Santa Cruz de Coimbra. Conhecido como Museu Portuense, ficou instalado no extinto Convento de Santo António da Cidade, na praça de S. Lázaro, vindo a ser formalizado por decreto em 1836 por D. Maria II.

 

Em 1839, passou para a direção da Academia Portuense de Belas Artes, que promoveu uma série de exposições em que foram premiados notáveis artistas como Soares dos Reis, Silva Porto, Marques de Oliveira e Henrique Pousão, em sucessivas gerações de mestres e discípulos.

 

Com a proclamação da República passou a designar-se Museu Soares dos Reis em memória de um dos mais destacados nomes da Arte Portuguesa. Em 1932, passou à categoria de Museu Nacional, época marcada por uma reorganização significativa de Vasco Valente, através da incorporação dos objetos do Paço Episcopal do Porto (Mitra) e do Museu Industrial, bem como do depósito das coleções do extinto Museu Municipal. Segue-se, em 1940, a instalação do Museu no Palácio dos Carrancas, onde ainda se mantém.

Museu Nacional Soares dos Reis abre-se à comunidade

4 de Julho, 2023

Pelo 3º ano consecutivo, o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, vai assinalar o Dia dos Vizinhos, numa iniciativa agendada para o dia 6 julho, pelas 18h30.

 

Com o objetivo de fortalecer os laços com a comunidade envolvente e reforçar o sentimento de pertença, o Dia dos Vizinhos vai reunir António Ponte, Diretor do Museu, com moradores e representantes de espaços comerciais e serviços localizados no quarteirão da Rua D. Manuel II, Rua do Rosário, Rua Miguel Bombarda e Rua Adolfo Casais Monteiro.

 

Para além do momento de convívio e partilha, a iniciativa integra uma visita à nova exposição de longa duração do Museu Nacional Soares dos Reis, recém inaugurada, e contará, igualmente, com uma apresentação musical pelos alunos e professores da Escola de Música Guilhermina Suggia.

 

O Museu Nacional Soares dos Reis iniciou um novo ciclo com a inauguração da exposição de longa duração no passado dia 13 de abril. Com uma História de quase 200 anos, o primeiro museu público de arte do país propõe agora um novo olhar sobre as suas coleções que importa redescobrir.

Exposição Vita Prima. Santo António em Portugal

23 de Junho, 2023

Duas peças da coleção da Casa-Museu Fernando de Castro, que integra o Museu Nacional Soares dos Reis, fazem parte da exposição temporária VITA PRIMA. SANTO ANTÓNIO EM PORTUGAL, que inaugura a 23 de junho no Palácio Pimenta, em Lisboa. A escultura em barro policromado Os Mártires de Marrocos, peça que narra o martírio dos cinco frades franciscanos às mãos dos soldados mouros, e a pintura Cinco Frades Franciscanos, possivelmente do século XVII, relativa à missão de evangelizar outros territórios.

As peças são enquadradas na exposição que se apresenta como uma viagem pela vida de Santo António enquanto jovem e reflete como os valores a si associados, sacros e profanos, se tornaram pilares identitários de Lisboa. A vida de Fernando de Bulhões, antes de adotar o nome de Santo António, começou na Sé de Lisboa, passou pelo Mosteiro de São Vicente de Fora, onde se tornou monge, e seguiu-se no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. A morte dos cinco Mártires de Marrocos, episódio ocorrido em janeiro de 1220, tê-lo-á feito abraçar a causa mendicante e partir para evangelizar Marrocos.

A exposição fica patente até 31 de dezembro de 2023.

Roteiros de visita autónoma à exposição de longa duração

2 de Junho, 2023

O MNSR disponibiliza para download dois roteiros que orientam o visitante num percurso autónomo à exposição de longa duração. Um dos roteiros refere-se à história do Museu desde a criação, por D. Pedro IV em 1833, do Museu de Pinturas e Estampas e outros objetos de Belas Artes, até à constituição do Centro de Arte Contemporânea na década de 70 do século XX. O outro destaca os artistas e os movimentos artísticos presentes na exposição.

 

História do Museu Nacional Soares dos Reis – download

Os artistas nas coleções do Museu Nacional Soares dos Reis – download

Verão no MNSR

31 de Maio, 2023

O Museu Nacional Soares dos Reis apresenta programação para quatro meses intensos de atividades e eventos que pretendem responder aos diferentes interesses de todas as pessoas que procuram simultaneamente descansar, usufruir e conhecer.

Dos cursos às oficinas, das visitas temáticas aos encontros no jardim e à música, são várias as oportunidades de se criarem memórias de verão.

 

Destaca-se neste novo ciclo de programação as Quintas fora d’horas, com horário alargado das 18h00 às 20h00. Neste horário a entrada é gratuita e haverá sempre algo a acontecer.

Participe! O Museu é de todos e para todos.

Minicursos de verão – junho | julho | agosto | setembro

 

Encontros ao sábado – junho | julho| agosto | setembro

 

Quintas fora d’horas – junho | julho| agosto | setembro

 

Visitas à hora certa – junho | julho| agosto | setembro

 

Domingo em família – junho | julho | agosto | setembro

 

Férias no Museu | grupos infantojuvenis – junho a agosto

João Mário Grilo filma documentário sobre Aurélia de Souza

23 de Maio, 2023

João Mário Grilo está no MNSR a gravar um documentário sobre Aurélia de Souza, usando como cenário a exposição temporária VIDA E SEGREDO, dedicada à artista luso-chilena. A exposição, patente de 24 de novembro de 2022 a 21 de maio último, reuniu pinturas assinadas por Aurélia de Souza, pela sua irmã Sofia de Souza e por outros artistas que influenciaram o trabalho de ambas num espaço que permite recuar à época da transição do século XIX para o século XX.

O documentário, ainda sem data de estreia, insere-se nas atividades previstas para assinalar o primeiro centenário da morte de Aurélia de Souza, que aconteceu a 26 de maio de 1922, aos 55 anos. No contexto da programação do centenário, destaca-se um programa evocativo resultante de uma parceria entre o MNSR, a Universidade do Porto, a Universidade Católica, o Instituto de História de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, o Município do Porto e o Município de Matosinhos. Para breve está o lançamento do catálogo raisonné com o levantamento integral da obra de uma das mulheres mais marcantes do panorama artístico português.

MNSR prepara mapa da cidade do Porto em torno de Aurélia de Souza

20 de Abril, 2023

A partir da exposição VIDA E SEGREDO AURÉLIA DE SOUZA 1866-1922, o MNSR, em parceria com a Associação de Amigos do MNSR – Círculo Dr. José de Figueiredo, está a preparar um mapa da cidade do Porto em torno da artista Aurélia de Souza.

A criação do mapa foi acompanhada por um encontro no Museu que reuniu guias, operadores turísticos e estudantes de Turismo, profissionais de museus e investigadores. Em conjunto, os participantes exploraram contextos e locais da cidade na passagem do século XIX para o século XX.

Numa segunda fase, será apresentado um mapa do Porto com propostas de locais a visitar e que são emblemáticos no percurso da artista.

Entrada gratuita no Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

17 de Abril, 2023

O MNSR terá entrada gratuita a 18 de abril, data em que se assinala o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. A oferta inclui a visita livre e duas visitas guiadas, que decorrem no contexto do programa da reabertura da exposição de longa duração. Às 10h30 a visita Jogos de luz e cor: as fórmulas naturalistas da pintura portuguesa, por Ana Anjos Mântua. Às 15h00 a visita Admiráveis Mundos Novos: produção, iconografia e decoração nas coleções de Ourivesaria e Joalharia por Susana Medina. As inscrições decorrem online.

A 18 de abril a gratuitidade estende-se a todos os museus nacionais de acordo com o Despacho da DGPC.

Reabertura da exposição de longa duração

12 de Abril, 2023

O MNSR inicia um novo ciclo com a inauguração da exposição de longa duração dia 13 de abril. Com uma História de quase 200 anos, aquele que foi o primeiro museu público de arte do país reposiciona-se e apresenta um novo olhar sobre as suas coleções.
Consciente das exigências de uma sociedade cada vez mais proativa e conhecedora, o MNSR procura proporcionar oportunidades para novas leituras e novas narrativas, valorizando sempre o património cultural que integra e honrando a história de que é herdeiro.
Na intervenção da sessão protocolar, o diretor do MNSR destacou que na nova exposição propõe-se um percurso com duas leituras paralelas e complementares. Uma narrativa reflete a sua história e a forma como as coleções foram sendo integradas. Outra valoriza os artistas e as suas obras.

 

Cofinanciamento
NORTE 2020 Portugal 2020 Feder PRR Fundo Salvaguarda Património Cultural

Mecenato
Lionesa Group Tintas CIN Sign

Programa de reabertura da exposição de longa duração

12 de Abril, 2023

O MNSR inicia um novo ciclo com a inauguração da exposição de longa duração e uma oferta de programação regular que propõe novos espaços de mediação com o público. A partir de um percurso que traz duas narrativas complementares – a primeira reflete a sua história e a forma como as coleções foram sendo integradas e a segunda valoriza os artistas e as suas obras – o MNSR apresenta diferentes atividades para públicos diversos.

A agenda inclui visitas orientadas e temáticas que procuram proporcionar conexões entre o visitante e o que está exposto, oficinas e visitas oficinas com novas formas do público infantojuvenil e das famílias interagirem com as peças expostas e conversas com convidados a partir de obras selecionadas.

Participe e inscreva-se online antecipadamente.